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Clínica da Dor
Partindo desta premissa, a intenção primária desta Clínica da Dor é o alívio imediato do sintoma. Para isto utilizamos as mais atualizadas técnicas de mesoterapia, infiltrações, bloqueios anestésicos dos nervos afetados, acupuntura, medicina ortomolecular e anestesia contínua.
Mesoterapia consiste na aplicação de pequenas doses de medicamento próximo ou no local da dor, foi desenvolvida pelo dr Pistor (ex-médico do time Paris St. Germain) na França, com quem o Dr. Wlademir Paiva Gebrin aprendeu a técnica e a utiliza rotineiramente há mais de doze anos na Policlínica Vale do Ribeira.
A vantagem deste método consiste na utilização de pequenas doses de medicação, o que evita intoxicações, pois o medicamento é aplicado no tecido mesodérmico com pequenas agulhas (3 a 4 milímetros de comprimento) no ou próximo ao local da dor. Com este método o dr Pistor conseguia a recuperação até oitenta por cento mais rápida das lesões esportivas, obtendo o retorno dos atletas à atividade muito mais cedo, resultado idêntico ao por nós obtido, mas não apenas nas lesões esportivas como também nas dores agudas e crônicas em geral tais como bursites, tendinites, dor lombar e cervical, enxaquecas, lesões por esforços repetitivos, neurites de origem infecciosa ou diabética entre outras.
Infiltrações consistem na aplicação profunda de medicamentos, geralmente nas articulações, realizadas sob anestesia local, geralmente usadas para o tratamento das artroses e bursites profundas.
Bloqueios anestésicos são usados quando temos dor de intensidade grave, e consistem na aplicação de anestésicos nos nervos próximos do local da dor, geralmente com alívio imediato do quadro álgico.
Acupuntura, técnica milenar, que realizamos com agulhas (tradicional), injeção de medicamentos nos pontos (quimioacupuntura) ou com laser, esta totalmente indolor e não invasiva recomendada para pessoas mais sensíveis e crianças, utilizada para tratamento das dores funcionais, ou seja, aquelas dores em que não se encontra uma causa.
Medicina ortomolecular é usada quando não há resposta aos medicamentos contra a dor, e o paciente apresenta um alto nível de radicais livres que bloqueiam os receptores de ação dos analgésicos, sendo que certos agentes antioxidantes (como o DMSO), apresentam intenso efeito antiinflamatório.
Anestesia contínua utilizamos em ambiente hospitalar nos casos mais graves em que todas as outras técnicas falharam, para conseguir alívio imediato, enquanto tentamos identificar a causa da dor, e se possível, curá-la.
Médico responsável: Dr. Wlademir Paiva Gebrin
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